Saúde 26% das amostras coletadas no fim de 2021 são positivas para variante ômicron em Pernambuco

26% das amostras coletadas no fim de 2021 são positivas para variante ômicron em Pernambuco


Nesta sexta (7), governo informou que foram analisadas 80 amostras. Desse total, 21 foram positivas para essa linhagem da Covid-19. Não houve mortes.

Nesta sexta feira (7), o secretário Estadual de Saúde, André Longo, confirmou os primeiros casos da variante ômicron no estado. Segundo o secretário, das 80 amostras coletadas entre novembro e dezembro de 2021, 21 delas, ou 26%, foram positivas para essa linhagem da Covid-19. O estado disse que não foi registrada nenhuma morte por causa dessa variante. Nas outras 59 amostras analisadas pelo laboratório, 73% foram da variante delta.

Por meio de pronunciamento em vídeo, Longo afirmou que a confirmação foi feita a partir da análise feita pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz PE) de material biológico de pacientes confirmados para a doença.

Os casos de ômicron foram registrados em doentes do Recife, Região Metropolitana, Sertão do São Francisco e Agreste, além de Fernando de Noronha.

Segundo o secretário, para se imunizar contra a ômicron é preciso ter tomado ao menos a segunda dose de vacina. “Contra a ômicron, ter apenas uma dose é o mesmo que estar desprotegido” afirmou.

De acordo com o governo, mais de 500 mil pessoas ainda estão sem a segunda dose de vacina contra a Covid em Pernambuco. “Há, portanto, risco agravado de contrair a forma grave da Covid-19″, disse.

No pronunciamento, André Longo ressaltou, ainda, que as pessoas precisam entender a necessidade da dose de reforço, principalmente quem tem mais de 60 anos, com doenças pré-existentes ou com baixa imunidade.

“Alguns meses após as duas primeiras doses, há uma queda de nível dos anticorpos e, assim, a proteção fica prejudicada. O reforço vem para proporcionar o aumento da quantidade de anticorpos no organismo, aumentando a proteção e reduzindo a chance de cada pessoa se infectar ou se reinfectar”, declarou.

Segundo levantamento do estado, em Pernambuco, 40% dos idosos que tomaram as duas primeiras doses ainda precisam tomar o reforço para ter uma proteção mais robusta contra a variante ômicron “São mais de 500 mil pessoas que precisam do reforço”, disse.

Os pacientes tinham entre 1 e 67 anos. As faixas etárias são: 0 a 9 (3), 20 a 29 (3), 30 a 39 (4), 40 a 49 (6), 50 a 59 (2) e 60 e mais (3).

Alisson Gabriel 07 jan 2022 - 17:02m

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