Política Uma leitura atual, por Joana D’arc Henzel

Uma leitura atual, por Joana D’arc Henzel


Sabe-se que a maior parte da classe política brasileira não faz separação entre o público e o privado, os órgãos públicos são suas empresas familiares. Já tivemos como presidente de sociólogo a retirante, e não mudou muita coisa, ainda somos uma frágil democracia representativa, cujos governantes não representam os interesses do povo… É só ler as últimas notícias… No Brasil até pandemia, vira palanque!

E no processo da operação Lava-Jato, foi encontrada uma curiosa troca de e-mails, datada de 27 de outubro de 2011, entre Renato Duque e Jorge Zelada, quando eles viviam tempos amenos, de dinheiro fácil… Lá pelas tantas, um irônico Duque escreve para o seu companheiro de roubalheira “Dinheiro pode não comprar a felicidade, mas, de alguma forma, é mais confortável chorar em uma Mercedes-Benz do que em uma bicicleta”.

Vivemos sob a ditadura da economia, a crise não e meramente econômica; perpassa pela diluição dos valores éticos e morais e espirituais. Uma nação permeada por enormes contradições continuará a dormir em berço esplendido? É uma das questões que talvez ainda demore para ser respondida.

O que esperar de um país que alimenta a egolatria, dilui a compaixão e tolera a corrupção? É lamentável que tempo, energia e recursos financeiros continue sendo gasto para enxugar gelo, e nas datas festivas os problemas sejam varridos para debaixo do tapete, afinal, nossa imagem vale mais, do que a verdade por trás dela. Se faz necessário provocar uma reflexão sobre a mania bem brasileira, de tentar esconder nossas mazelas. Carnaval e futebol não fazem de um país, uma grande nação. Uma grande nação, se constrói alicerçada na justiça social e na equidade.

O Brasil anos atrás, foi noticiado como 7ª economia do planeta, éramos mesmo? Reconheçamos que embora existam avanços sociais e econômicos, não fomos tão longe! Como uma maquilagem que é perfeita por algumas horas, basta os poros cumprirem sua função, e o suor fará ela desaparecer, assim foi com nosso segundo milagre econômico! A radiografia social em 2017 mostrou um País onde 13 milhões viviam com R$ 133,72, e segundo IBGE, 52 milhões estavam na linha de pobreza.

Por Joana D’arc Henzel

Bruno Muniz 03 mar 2021 - 10:57m

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