Cotidiano

Supermercados em Santa Cruz do Capibaribe fazem vista grossa para cuidados contra o coronavírus


Mesmo diante das recomendações da Secretaria Municipal e da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, os principais supermercados em Santa Cruz do Capibaribe estão ignorando os cuidados que visam impedir a disseminação do novo coronavírus.

Neste domingo (03) a reportagem do Blog do Bruno Muniz esteve em pelo quatro dos maiores estabelecimentos do gênero no município e apurou que, além da grande quantidade de pessoas circulando nas lojas ao mesmo tempo, a grande maioria dos clientes não portavam máscaras, item obrigatório para entrada de clientes nos empreendimentos.

Foi fácil observar também que boa parte dos próprios servidores dos grandes estabelecimentos não utilizavam os equipamentos de proteção individual, como as próprias máscaras. Para supermercados as recomendações são, além do uso das máscaras, de álcool em gel ou luvas descartáveis, itens que não foram encontrados em nenhum dos estabelecimentos visitados pela nossa reportagem.

Fiscalização do Procon

Foto: Divulgação

A unidade do Procon em Santa Cruz do Capibaribe tem monitorado diversos estabelecimentos desde que a pandemia teve início, porém mesmo assim – devido a grande demanda – muitos excessos e descompromisso com a integridade e saúde dos usuários continuam acontecendo. Além das situações que vão de contra os ordenamentos da vigilância sanitária, há também uma preocupação do Procon para com os valores abusivos praticados por muitos negócios que visam faturar alto com a alta demanda imposta pela pandemia.

De acordo com levantamento feito pelo Blog do Bruno Muniz, os supermercados são hoje os principais pontos de aglomerações no município tendo em vista o fechamento de demais empreendimentos ou estabelecimentos, ficando inclusive à frente de agências bancárias que também andam somando filas quilométricas ao longo de todas as semanas. Vale ainda destacar que os supermercados e demais estabelecimentos do mesmo segmento permanecem abertos desde que a quarentena foi implantada devido a necessidade do consumo de itens básicos e essenciais para todas as famílias.

Bruno Muniz 03 maio 2020 - 12:17m

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