Cotidiano “Não é admissível culpar ou querer atribuir as igrejas”, diz Augusto Maia em nota após falas de Joab do Oscarzão

“Não é admissível culpar ou querer atribuir as igrejas”, diz Augusto Maia em nota após falas de Joab do Oscarzão


O vereador e presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, Augusto Maia (PSB), se posicionou contrário às declarações feitas pelo vereador Joab do Oscarzão (PP) em entrevista ao programa Agreste em Destaque. Na ocasião, Joab afirmou que igrejas católicas e evangélicas eram responsáveis por consumirem, anualmente, mais de R$ 5 milhões de dinheiro público.

Pastores e padres também se posicionaram contrários ao comportamento do parlamentar que por fim, não apresentou provas de suas afirmações feitas na emissora Comunidade FM. Os líderes religiosos devem entrar com ação junto ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) exigindo que o parlamentar prestes esclarecimentos sobre suas falas.

Em sua nota, o vereador Augusto Maia entrou em defesa das igrejas e apresentou números que segundo o mesmo comprovam que os valores gastos com eventos em geral, tanto seculares como religiosos, não se aproximam do montante levantado pelo vereador em sua entrevista ao programa Agreste em Destaque.

Confira a nota:

Observando os últimos acontecimentos em relação as falas do vereador Joab Gomes acerca de denúncia feita aos valores de recursos públicos recebido pelas igrejas evangélicas e católicas, me sinto enquanto vereador e presidente da câmara, na obrigação de me posicionar sobre o assunto, esclarecendo algumas situações que fazem com que a denuncia do vereador não tenha cabimento algum.

É preciso deixar claro que todo recurso que venha a ser utilizado pela prefeitura municipal tem a obrigatoriedade de estar previsto no orçamento anual do município, o qual é discutido e aprovado anualmente na câmara de vereadores, que por sua vez tem feito um trabalho impecável, com responsabilidade e respeito aos cofres públicos.

Em entrevista realizada nos últimos dias, o vereador Joab afirmou que as igrejas evangélicas e católicas receberam cerca de R$ 5 milhões do poder público para realização de eventos religiosos no período de um ano. Para desmentir tal acusação trazemos os seguinte números para comprovar que seria impossível as igrejas terem recebido qualquer quantia que chegue próximo a denuncia feita.

A dotação orçamentaria do ano de 2019 foi finalizada no montante de R$ 2.330.000,00 (dois milhões e trezentos e trinta mil), sendo este valor podendo ser usado durante o ano todo pelo poder executivo em diversas áreas culturais e folclóricas, a exemplo de eventos juninos, eventos nas zonas rurais, em datas comemorativas e patrocínios, além dos eventos religiosos que representam uma das menores partes nessa divisão, não chegando nem perto dos R$ 5 milhões denunciados.

Tenho minha ressalvas em relação a aplicação e distribuição desses valores em sua execução, mas não é admissível culpar ou querer atribuir as igrejas os demais (e inúmeros) problemas da cidade. Desta forma, me posiciono favorável e solidário as igrejas, que tanto tem feito por nossa sociedade ao longo dos anos.

Augusto Maia,
Vereador e Presidente da Câmara.

Bruno Muniz 27 Maio 2020 - 12:18m

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