Destaques Em Conferência Nacional de deputados, Diogo Moraes, de Pernambuco, é eleito tesoureiro-geral da Unale

Em Conferência Nacional de deputados, Diogo Moraes, de Pernambuco, é eleito tesoureiro-geral da Unale


Diogo Moraes e o apresentador Marcelo Tas – Foto: Divulgação

Em Salvador, na Bahia, a União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), entidade nacional que representa as 27 casas legislativas do Brasil e mais de 1 mil parlamentares, finalizou a sua 23ª Conferência anual. No evento, foi realizada a eleição da nova mesa diretora da instituição onde o deputado estadual Diogo Moraes foi eleito tesoureiro-geral, ao lado da nova presidente Ivana Bastos, da Bahia. O representante pernambucano é membro da instituição há quase 10 anos e já ocupou cargos como a secretaria-geral.

Para Diogo Moraes, a Unale é uma grande aliada na vida de um parlamentar, já que a entidade promove constantes debates e intercâmbio de experiências em benefício da população.

“A aproximação humana que a Unale proporciona para deputadas e deputados é algo que faz realmente a diferença. Com a união de parlamentares e a permanente troca de conhecimentos, ideias e soluções entre Assembleias, é possível fomentar a humanização do serviço público e das Leis. É um instrumento fundamental para aproximar o cidadão do legislativo”, afirmou Diogo.

Organizada anualmente pela Unale, a CNLE é um ambiente democrático de discussões, onde o principal objetivo é a melhoria e o crescimento do país. Por isto, em 2019, o evento teve o desafio de discutir soluções para o futuro do país pós eleições, com a reunião de parlamentares de todas as regiões e partidos, na busca do bem comum e da troca de experiência. O encontro também foi palco para o debate internacional, com a presença de legisladores de diversos países, que aprendem e contribuem para o intercâmbio de ideias.

A nova mesa diretora da Unale é composta pelos seguintes nomes: Deputada Ivana Bastos (BA), presidente da Unale, Deputado Diogo Moraes (PE) e o deputado Rodrigo Delmasso (DF) secretário-geral.

23ª Conferência Nacional

Durante a conferência, Diogo Moraes, que é coordenador-geral da Frente Parlamentar de Combate à Automutilação e ao Suicídio na Alepe, debateu sobre o assunto com muitos nomes, entre eles, o jornalista Marcelo Tas e o artista Carlinhos Brown, presente no evento para falar do tema. Na ocasião, o deputado falou sobre o trabalho desenvolvido em Pernambuco e foi parabenizado pela iniciativa.

“Falar pode mudar tudo. Combater o suicídio e a depressão faz parte da conversa que a gente precisa ter com a mãe, com o pai e com o irmão. E com esse grupo que se preocupa muito com todas essas situações”, destacou Brown.

Ainda no evento, Pernambuco saiu vitorioso na premiação Assembleia Cidadã, criada pela Unale neste ano para reconhecer o melhor projeto social criado por casas legislativas do Brasil.

“Nosso Estado participou com o projeto Alepe Acolhe, desenvolvido por nossa amiga e servidora da casa por quase 30 anos, Cristiane Alves e adotado pela mesa diretora da Alepe, representada pelo presidente Eriberto Medeiros. O projeto promove a inclusão social através da formação profissional de adolescentes inscritos no Cadastro Nacional de Adoção, em condições de vulnerabilidade social e já é um case de sucesso”, comemorou Diogo.

Humanizando as Leis em um Novo Tempo

Com o tema “Humanizando As Leis em Um Novo Tempo”, a 23ª CNLE contou com uma grade de programação extensa, com palestrantes nacionais, como o Ministro do TCU Augusto Nardes, a Ministra da Cidadania Damares, a Embaixadora Luiza Lopes, do Ministério das Relações Exteriores e internacional, com Antonio Sola, estrategista político espanhol. E, de Pernambuco, o Secretário da Fazenda, Décio Padilha, que apresentou o painel “Humanizando a Reforma Tributária”.

O representante do Governo explicou no que a mudança nas regras do Brasil pode mudar na vida das pessoas mais humildes, evidenciando que o Brasil tributa 51,8% a mais que os países desenvolvidos e, ainda assim, as diferenças sociais no País são gritantes.

“A carga tributária praticada há 31 anos no País é a mesma e é muito injusta. Uma família que sobrevive com um salário mínimo e outra que vive com mais de 30 salários mínimos pagam o mesmo tributo quando compra 1kg de arroz. A Reforma tributária precisa enxergar isso com cautela. Décio convidou os parlamentares a se engajarem e ajudarem seus estados e o Brasil a criar um ambiente em 2020 para se fazer a reforma das reformas na nação. Fazendo, assim, nosso Brasil um lugar mais igualitário e justo para todo”, explicou Diogo.

Bruno Muniz 24 nov 2019 - 23:45m

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