Destaques Ministro Ricardo Salles sugere que ONG pode ter derramado óleo no mar do Nordeste

Ministro Ricardo Salles sugere que ONG pode ter derramado óleo no mar do Nordeste


O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, publicou em sua página no Twitter uma analogia do derramamento de óleo na costa do litoral do Nordeste ao Greenpeace, ONG ligada à preservação do meio ambiente.

Na publicação, o ministro chama de ‘coincidência’ a passagens do navio da organização nas águas internacionas frente ao litoral brasileiro, ao mesmo tempo que ocorria os primeiros aparecimentos de manchas no litoral do nordeste. 

Post do Ministro no Twitter

A declaração polêmica do ministro veio em meio a conflitos entre ele e o Greenpeace. Na quarta (22), Salles chamou os ativistas de ‘terroristas’ ao negar diálogos com a ONG. O adjetivo de “terrorista” foram conferidos aos ativistas depois que, em protesto, o grupo jogou areia, óleo e tinta em frente ao Palácio do Planalto cobrando mais ações por parte do governo federal na contenção do óleo. 

Protesto da ONG em frente ao Planalto na última quarta (23)

Em nota enviada ao Blog do Bruno Muniz, o Greenpeace afirmou que o ministro criou mais uma mentira para criar uma cortina de fumaça na tentativa de esconder a sua incapacidade em lidar com a situação.

“O nosso navio Esperanza faz parte de uma campanha internacional chamada “Proteja os Oceanos”, que saiu do Ártico e vai até a Antártida ao longo de um ano, denunciando as ameaças aos mares. Ele passou pela Guiana Francesa, entre agosto e setembro, onde realizouuma expedição de documentação e pesquisa do recife conhecido como Corais da Amazônia, com o propósito de lutar pela proteção dos oceanos e contra a exploração de petróleo em locais sensíveis para a biodiversidade marinha. No momento, o navio está atracado emMontevidéu, no Uruguai.”, diz a nota do Greenpeace.

O avanço do óleo

Além de Pernambuco outros estados também estão tentando lidar com os efeitos do desastre – Foto: Salve Maracaípe/Reprodução/Instagram

As manchas de óleo continuam avançando sobre as praias do nordeste. Em Pernambuco, já foram retirados cerca de 958 toneladas de óleo. Os pontos críticos estão nas praias do Cabo de Santo Agostinho, Paulista, Itamaracá, Ipojuca, entre outras praias pernambucanas. 

Bruno Muniz 24 out 2019 - 21:22m

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